Ter-vos-emos de joelhos perante o barulho do mundo
e as vossas inquietações não serão mais parte de nós.
(Excerto)
Habituamo-nos
a que o barulho do mundo ribombe quando tudo rui, quando ficamos
debaixo dos escombros, quando não há saída e quando as lágrimas
são o único sustento. A derrota pode ser romântica, mas nunca
gloriosa – e não nos contentemos com isso. Baixar os braços e os
ombros, caminhar a olhar para o chão e empalidecer a cada afronta, tudo isso abafa o verdadeiro barulho do mundo.
(Indeterminadamente indisponível no blog. Texto incluído na compilação "o enforcado de cabeça para baixo - e outros contos moribundos", o novo livro do blogger, disponível a partir de 1 de julho de 2026.)
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